quinta-feira, 28 de junho de 2012


QUEM PROCURA UM ROTEIRO DE ATIVIDADES
PARA FAZER NAS FÉRIAS ENCONTROU AQUI!

Brincadeiras antigas invadem as férias na Cultura em Curitiba:

Você está preparado para se divertir nestas férias?  O Zeki e a sua turma - os mascotes infantis da livraria - resgataram uma porção de atividades do tempo da vovó, do papai e da mamãe. Na mala, a turminha trouxe jogos e atividades como amarelinha, cantigas de roda, peão e brinquedos de madeira e histórias de Monteiro Lobato, Pedro Bandeira e as fábulas de Isopo.
Toda essa diversão está dividida em oficinas de criatividade e desenho, contações de histórias, cineminha e teatrinho. O projeto Férias na Cultura existe há 11 anos e promete ser ainda mais educativo e interativo ao público infantil por meio do resgate de antigas brincadeiras.
Todos os eventos são gratuitos em todas as 13 lojas da Cultura. As atividades estão sujeitas a capacidade de lotação dos espaços e a classificação etária. A programação completa e informações importantes podem ser conferidas na página de eventos da Livraria Cultura ou entrando em contato com a assessoria de imprensa.

PROGRAMAÇÃO

LIVRARIA CULTURA - SHOPPING CURITIBA
R. Brg. Franco, 2300 - Loja 306
80250-903 - Curitiba - PR
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sábado - 10h às 22h
Domingos e Feriados - 14h às 20h
Tel.: (41) 3941-0292 / Fax.: (41) 3941-0293
Local: Centro da loja

Domingo, 08 de Julho, às 15 horas 
Contação de história e oficina: A árvore Gernerosa
Será que as árvores têm sentimentos? Hoje ouviremos a história de uma árvore muito generosa e o amor de um menino por ela. A história acompanha o passar do tempo até a velhice do homem. No fim, já bem velho e cansado, o senhor volta a ser chamado de menino pela árvore. Depois de ouvir a história, as crianças aprenderão adivinhas, parlendas, trava-línguas e outras brincadeiras.
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Local: Centro da loja

Sexta-Feira, 13 de julho, às 15 horas
Contação de história e brincadeiras: Chapeuzinho Amarelo e Assim Assado –
Considerado um clássico da literatura infantil brasileira, “Chapeuzinho Amarelo” traz o traço premiado de Ziraldo e as palavras de Chico Buarque. Chapeuzinho é uma bela menina que sofre de um mal terrível: sente medo do medo.
Depois, ouviremos sobre o bicho esbranquiçado, o sapo cabeludo, o médico aprendiz. Casos apresentados na obra 'Assim Assado'. E ainda brincaremos de “amarelinha”! Venha participar!
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Local: Centro da loja

Sábado, 14 de julho, às 15 horas
Contação de história e brincadeiras: O Caracol e a Baleia e Armazém do Folclore .
Um caracol e uma baleia podem ser amigos?  O pequeno caracol não se intimida com o tamanho da baleia que nadava ao sol. Um dia ele pula em sua calda esperando grandes aventuras. E é exatamente isso que eles viverão. Depois, os pequenos se divertirão com contos, ditados e brincadeiras com palavras e adivinhas na atividade Armazém do Folclore. Para finalizar, a  brincadeira de “passa anel”. Venha se divertir!
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Local: Centro da loja

Domingo, 15 de julho, às 15 horas
Contação de história e brincadeiras: Almanaque.
Este almanaque contém histórias, brincadeiras, charadas, provérbios, adivinhas. Venha descobrir aventuras e brincadeiras e fazer dobraduras!
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Local: Centro da loja

Sábado, 21 de julho, às 15 horas
Contação de História e brincadeiras: Onde vivem os monstros e Contos de bichos do mato.
Na clássica história de “Onde Vivem os Monstros”, o garoto Max, vestido com sua fantasia de lobo, faz tamanha mal criação que é mandado para o quarto sem jantar. Lá, ele se transporta para uma floresta, embarca em um miniveleiro, navega pelo oceano e chega a uma ilha onde vivem os monstros. Uma história bonita e muito verdadeira. Depois os bichos do mato fazem a festa! Venha ouvir, cantar e se divertir nesta tarde!
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Local: Centro da loja

Domingo, 22 de julho, às 15 horas
Contação de História e: Como treinar o seu viking
Banguela era um Dragão comum sem nada de especial que pertencia ao verdadeiramente extraordinário viking Soluço Spantosicus Strondus III. Mas nem sempre foi assim. Em 'Como treinar o seu Viking', Banguela conta uma história da época em que Soluço era apenas um menino. Narrado pelo dragão, este volume complementa a série de memórias de Soluço. Depois brincaremos de “supertrunfo dos dragões”.
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Número de vagas: 30
Local:Centro da loja

Sexta-Feira, 27 de Julho, às 15 horas
Contação de história: O Grúfalo
Usando de astúcia e imaginação, um ratinho vai criando um monstro terrível e assustador - o Grúfalo - e diverte-se espantando seus predadores. Mas, qual não é seu espanto ao ver sua imaginação personificada à sua frente. Depois de ouvir as histórias, as crianças brincarão de telefone sem fio e outras brincadeiras antigas que exercitam a imaginação. Venha participar desta tarde de brincadeiras!
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Número de vagas: 30
Local:Centro da loja

Sábado, 28 de Julho, às 15 horas
Contação de história: Mania de Explicação .
O que quer dizer 'ainda'? E 'apesar'? E 'saudade'? E 'antes'? Essas e outras palavras estão neste livro, uma espécie de dicionário poético das coisas consideradas inexplicáveis. Depois de ouvirem a história, as crianças vão fazer um sorteio com uma palavra e irão explicar por meio de desenhos o que a palavra significa. Um novo livro será formando com as explicações de cada criança.
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Número de vagas: 30
Local:Centro da loja

Domingo, 29 de Julho, às 15 horas
Contação de história e oficina: Cabelinho Vermelho
Nesta história, um lobo bobo persegue Cabelinho Vermelho. Estará ele ansioso para encher a pança? Quem Cabelinho Vermelho vai visitar? O que poderá acontecer com o encontro desses dois personagens na floresta? Depois da história, as crianças farão os objetos para esta versão da história do Chapeuzinho Vermelho.
Idade recomendada: livre
Duração: 1 hora
Capacidade: 30 crianças
Local:Centro da loja  [maynara.carmo@livrariacultura.com.br]

  No teatro Regina Vogue confira:  


OS SALTIMBANCOS
17 de março a 30 de junho de 2012 - Sábados e Domingos - 16h



Curta Curitiba o Ano Inteiro:

51º FESTIVAL FOLCLÓRICO E DE ETNIAS DO PARANÁ
03 de Julho de 2012 até 14 de Julho de 2012
Tipo: cultural
Local: Teatro Guaíra
Endereço: Rua XV de Novembro 971 - Centro
Telefone: (41) 3304-7900 / 3304-7999
Informações: Associação Interétnica do Paraná
Site: www.aintepar.com.br/contato.html
Contato: Rogério Berbeki Figueiredo – Presidente
Tel: (41) 9187 4914 / 3336 9037 / 3022 8510


30ª FESTA DO FRANGO, POLENTA E VINHO
06 de Julho de 2012 até 08 de Julho de 2012
Alegria, música, frango e muitos outros pratos típicos são motivos para comemorar a boa safra do vinho e a recordação das festas da distante Itália.
Abertura: 6ª às 18h com entrada franca até ás 19h e distribuição gratuita de polenta com molho.

Sábado às 10h e domingo às 8h com a Missa Italiana.
Local: Bosque São Cristóvão - Memorial Italiano
Endereço: R. Margarida Angela Zardo Miranda s/nº. - Santa Felicidade
Informações: ACISF
Endereço: R. Manoel Ribas, 5480 - Santa Felicidade
Fone: (41) 3273-4605 /3372-9908
Site: www.acisf.com.br
E-mail: acisf@brturbo.com.br


TRACK & FIELD RUN SERIES -SHOPPING MULLER

08 de Julho de 2012
Tipo: esportivo
Local: ruas da cidade
Informações: Secretaria Municipal do Esporte,  Lazer e Juventude
Endereço: R. Desembargador Westphalen, 1566 - Rebouças
Fone: (41) 3350-3715 Fax: 3333-9494
Site: www.curitiba.pr.gov.br
E-mail: smelj@smelj.curitiba.pr.gov.br


FESTIVAL DE FÉRIAS - INVERNO
09 de Julho de 2012 até 13 de Julho de 2012
Atividades recreativas e esportivas desenvolvidas nas tardes
de 2 semanas nas férias escolares
para crianças de 06 a 12 anos,
acontece em locais diferenciados atingindo as nove regionais da cidade.
Tipo: esportivo
Locais: 09 regionais da Cidade
Endereço: diversos
Fone: (41) 3350 -3714
Informações: Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude
Endereço: Rua Desembargador Westphalen,1566
Fone: (41) 3350 -3714/ 3350-3715
Site: www.curitiba.pr.gov.br

16 de Julho de 2012 até 20 de Julho de 2012
Atividades recreativas e esportivas desenvolvidas nas tardes
de 2 semanas nas férias escolares para crianças de 06 a 12 anos,
acontece em locais diferenciados atingindo as nove regionais da cidade.
Tipo: esportivo
Locais: 09 regionais da Cidade
Endereço: diversos
Fone: (41) 3350 -3714
Informações: Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude
Endereço: Rua Desembargador Westphalen,1566
 Fone: (41) 3350 -3714/ 3350-3715
Site: www.curitiba.pr.gov.br
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A ESCOLA ALDEIA BETÂNIA DESEJA A TODOS ÓTIMAS FÉRIAS!

terça-feira, 24 de abril de 2012

O Papel do Pai na Educação

Dra. Monica Mlynarz - Psicóloga

Disponível em: www.alobebe.com.br

"Alguns homens efetivamente não conseguem ficar absorvidos pelo bebê. Em nossa sociedade, às vezes acontece de os homens acharem meio "bobo" se interessar demais pelos bebês e, então, fingem falta de interesse. Quando os filhos crescem, conseguem admitir mais facilmente que sentiam orgulho e amor pelos filhos."

Dentre as inúmeras necessidades humanas, as de afeto e segurança têm, indiscutivelmente, prioridade. Quando elas são satisfeitas, temos garantias eficazes para o crescimento do ser humano; se, pelo contrário, houver frustrações, haverá desajustes mais ou menos graves. A criança necessita de amor. Esse é um lema moderno que ouvimos muito freqüentemente. Mas, o que é preciso dizer? O recém-nascido é completamente indefeso, dependente e precisa de cuidados constantes para que não sofra de fome, frio ou dor. Como ele não tem noção de tempo e espaço, ao sentir fome, fica perdido e somente a assistência afetiva da mãe ou alguém que a substitua regularmente poderá, aos poucos, propiciar-lhe a certeza de que o alimento não lhe faltará. Bem sabemos, no entanto, que os cuidados com o bebê não se restringem à alimentação ou às necessidades corporais; desde as primeiras semanas, o bebê é um ser humano completo, com sentimentos, emoção e idéias. O amor da mãe é que o protegerá de algumas sensações desconcertantes e desagradáveis que vêm do mundo externo e que lhe causam desconforto. A mãe é a iniciadora do filho na vida. Conforme as experiências deste sejam satisfatórias ou frustrantes, ele estará se preparando para a liberdade e para aceitar a autoridade.


O papel do pai:

E o pai, qual é a sua importância nos primeiros meses? Durante mais de meio século, a partir das descobertas de Freud e de outros estudiosos do psique humana, enfatizou-se a importância da relação mãe-filho. Somente nos últimos anos - e muito timidamente - começou-se a estudar a importância da figura do pai desde os primeiros dias de vida. Estudos e pesquisas revelaram que é fundamental para a vida da criança que seu nascimento seja desejado; sentir-se filho do pai é tão primordial para o desenvolvimento do indivíduo como o próprio fato de sê-lo. O papel do pai nos primeiros três meses é indireto, porém muito importante para que a mãe proporcione segurança ao bebê. Durante as primeiras semanas, quando a mãe e o bebê estão lutando para se conhecer, para se adaptarem um ao outro, a atitude do pai pode ser de grande ajuda. Como? Participando de algumas de suas ansiedades, ele poderá lhe dar o apoio de que ela talvez esteja precisando para enfrentar uma situação difícil, ajudando-a a ver as coisas com mais clareza.
Alguns homens efetivamente não conseguem ficar absorvidos pelo bebê. Em nossa sociedade, às vezes acontece de os homens acharem meio "bobo" se interessar demais pelos bebês e, então, fingem falta de interesse. Quando os filhos crescem, podem admitir mais facilmente que sentiam orgulho e amor pelos filhos.


Reações do bebê:

É interessante notar como, em torno dos 4-5 meses, o bebê começa a reagir ao pai de um modo especial e diferente da maneira como reage à presença da mãe e a dos demais adultos. A espécie de relacionamento que vai se formando entre o pai e o bebê nesses primeiros meses dependerá, por um lado, do quanto a mãe o estimula a participar do banho e da alimentação da criança, como também das possibilidades do próprio pai estar em casa nas horas em que o bebê está acordado e de sua facilidade em entrar em contato com ele.
A partir do primeiro ano de vida, o pai começa a aparecer mais. Ele representa a responsabilidade. É o contato com a realidade. O pai que ama os filhos não é somente aquele que manda, mas aquele de quem a criança tem orgulho e com quem quer se parecer. Essa admiração é o elemento de masculinidade que o pai transmite. Encontrar-se com o pai significará não somente poder separar-se da mãe, mas também encontrar uma fonte de identificação masculina, imprescindível tanto para a menina como para o varão. Isso porque a condição bissexual da psique humana (o que Jung chamava de animus nas mulheres e anima nos homens) torna necessário o casal "pai" e "mãe" para que se consiga um desenvolvimento normal da personalidade.

A autoridade paterna:

Se, por um lado, é função da mãe dar aos filhos dos dois sexos a imagem da feminilidade, na sua competência, importância, afetividade e maternidade, o pai, por sua vez, é sentido pelos filhos em sua universalidade, a transmitir-lhes o papel da autoridade suprema (apesar do fato de a autoridade diária estar muitas vezes diretamente ligada à mãe). Essa distinção entre a autoridade materna e paterna são os modelos que a criança possui para fazer frente às fontes de autoridade, que irão desempenhar no futuro uma função importante no seu ajustamento à sociedade, além de cumprir uma função fundamental no desenvolvimento de sua sexualidade.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Turma Gama B indica filmes e peças de teatro.

PERFIL DA TURMA

Somos da escola Aldeia Betânia e estamos na Gama B, manhã, temos entre 7 – 11 anos.

Gostamos de estudar, ás vezes “enrolamos” os professores. Mas no fundo somos esforçados, inteligentes e até esquecidos (na hora das tarefas). Nossa turma é bem legal, engraçada e “pirada na batata frita”.

Neste blog falaremos sobre amizade, indicaremos livros, filmes, passeios e atividades que gostamos de fazer. Todos que querem ter amigos são bem vindos!

(Gama B)

A Vida Pela Frente

Amizade é um ato de compaixão e lealdade com o próximo. Acredita-se que quando se têm amigos vive-se em harmonia e alegria com a vida.

Uma verdadeira amizade precisa de companheirismo, respeito, bondade e fidelidade. Os amigos servem para nos divertir, ajudar, ouvir, desabafar, brincar, chamar atenção, aconselhar, rir e chorar. Você tem amigos de verdade?

Sim ou não. Reflita! Se tem, ótimo! Saiba que viverá mais e nunca estará só. Se não tem está perdendo tempo e o melhor da vida.


Você não acha que está na hora de fortalecer suas amizades e fazer novos amigos?


Siga algumas dicas de lugares e opções de lazer sugerido por uma galerinha que entende do assunto.


Teatro Fernanda Montenegro *Adulto


* O casamento
02 de abril ás 21:00

* Ah, a humanidade!, e outras exclamações.
28,29 de março ás 21:00

* De verdade
28,29 de março ás 21:00


Teatro Fernanda Montenegro * Infantil


* Gasparzinho, o fantasma camarada
07,08 de abril ás 15 hrs

* História de lenços e ventos
07/04 ás 13h 08/04 ás 16h

* João e Maria
29,31/03 03 e 06/04 ás 15h e 01 e 07/04 ás 17h

* João e o pé de feijão
29/03 ás 13h 30/03 ás 16h

* Marcelo, Marmelo, Martelo
01/04 ás 13h e 16h

* O Diário da Bruxa
03/04 ás 19h 04/04 ás 11h 05/04 ás 15h

* O rei Leão
03/04 ás 11h 04/04 ás 15h 05/04 ás 19h

* Conte com o peixonauta – O Show
07,08/04 ás 16h

Livros:

* Harry e o balde de Dinossauros
* Eu não tenho medo de monstros. Autor Lan Whybrow
* O livro das virtudes para crianças. Autor Willian j. Bennett.
* Avental que o venta leva. Autora: Ana Maria Machado
* Adultos mais ou menos crianças. Nem par ou ímpar. Autor: Sérgio Klein

segunda-feira, 19 de março de 2012

Considerações gerais sobre o aprendizado da criança com Síndrome de Down

Pessoas com Síndrome de Down (SD) têm em comum o cromossomo 21 extra, que é responsável pela hipotonia muscular, pelo eventual déficit cognitivo e pelos sinais físicos que as tornam muitas vezes facilmente reconhecíveis e parecidas entre si.

Por causa destas semelhanças, muitas vezes os educadores correm o risco de generalizar o funcionamento global das crianças com SD, induzindo a uma padronização improvável de competências e modos de aprendizagem.

Devemos ter em mente que crianças com Síndrome de Down são, antes de tudo, crianças. Mesmo tendo, como já foi citado anteriormente, muitas semelhanças entre si, elas nos mostram ansiedades, fases diversas de desenvolvimento, angústias, alegrias, tristezas, potencial de aprendizagem, capacidades cognitivas, habilidades, dificuldades pessoais, como qualquer outra criança. Algumas se desenvolvem com facilidade, outras demoram mais, algumas recebem grandes doses de estimulação e apresentam um progresso mínimo, outras são pouco estimuladas e se desenvolvem melhor. Não há uma fórmula que funcione da mesma maneira com todas as crianças.

As crianças vão reagir de maneiras diferentes aos estímulos, porque cada um é cada um, com suas capacidades e particularidades, é assim o processo evolutivo humano.

É evidente que o material genético na SD acarreta algumas particularidades que interferem neste aprendizado, e que merecem atenção:

* Sua personalidade

* Seu interesse e motivação

* Sua capacidade intelectual

* Seu ritmo pessoal de trabalho e de progresso.

* Sua atenção, memória, concentração e percepção visual


Cada criança terá o seu tempo de aprendizagem, o que exigirá respeito e uma adaptação adequada para que evolua e efetive com sucesso no processo de aprendizagem.

Em relação à sua personalidade, se demonstrar ser tímido e retraído, se faz necessário que o professor adote uma estratégia que o auxilie a criança a expor suas idéias, e reflita sobre os possíveis resultados. É muito comuns as crianças com SD mostrarem um comportamento impulsivo, neste caso é necessário intervir de forma que o ajude a refletir sobre seus atos para que possa chegar às soluções.

Outro comportamento possível é o inseguro; a criança está sempre esperando a aprovação de suas respostas, e neste caso será preciso que a intervenção seja direcionada para ajudá-lo o superar as frustrações de seus enganos.

A motivação e o interesse são fatores importantes e decisivos para uma aprendizagem efetiva. É necessário que esta motivação se mantenha alta, despertando assim o interesse pela atividade. Freqüentemente as crianças com SD demonstram muito entusiasmo por atividades que estão relacionadas com sua vida diária, com pessoas de seu relacionamento, enfim, assuntos que estejam envolvidos com seu cotidiano e que sejam desafiadores. O interesse pelas atividades muitas vezes depende do nível de complexidade que estas possuem. Atividades muito complexas, ou fáceis demais podem causar um desinteresse por parte da criança. Esse nível de complexidade foi explicado por Vygotsky, quando desenvolveu sua teoria de Zona de Desenvolvimento Proximal.

Quanto à capacidade intelectual, esta varia muito nas crianças com SD. Depende de alguns fatores anteriores, tais como: as condições de gestação da mãe, se tomou vitaminas ou não, a maneira como a família recebeu a notícia do nascimento desta criança, sua maior ou menor aceitação.

O momento da notícia, a maneira como a família recebeu e aceitou a condição da criança, sem dúvida poderá definir o rendimento futuro desta criança. Um programa de intervenção precoce ajudará muito nas suas futuras aquisições.

Outro fator importante que influencia muito é a condição de saúde desta criança. Longas hospitalizações, infecções constantes de ouvido, dificuldades visuais, não só podem comprometer seu desenvolvimento intelectual como também afetar o desenvolvimento motor, lingüístico, emocional e social, e às vezes acarreta dos pais ou responsáveis um comportamento de super-proteção. Quando isto acontece, ficam reduzidas as oportunidades de descobertas que a criança precisa para desenvolver as habilidades necessárias para o seu desenvolvimento motor, cognitivo e social.

Muitas vezes este ritmo de aprendizagem é frustrante para o professor, que espera avanços rápidos e resultados concretos. Mas quando apressamos demasiadamente este ritmo corremos o risco de gerar um sentimento de frustração na criança, que por sua vez ocasiona uma desmotivação, e assim o processo de aprendizagem ficará comprometido, pois teremos que resgatar esta motivação, numa tarefa que será muito estressante.

O ritmo de aprendizagem também se torna perigoso quando o professor escolhe ir muito devagar com o processo de aprendizagem, subestimando muitas vezes a capacidade intelectual desta criança, provocando muitas vezes falta de interesse e pouco esforço mental.

É fato que as crianças com SD aprendem por repetições, mas aqui devemos ter o cuidado de observar que as repetições não podem ser de maneira mecânica e enfadonha, pois nenhuma criança agüenta este processo. Portanto, para que se consolide a aprendizagem, é necessário que tenha significado para o aprendiz, e que ocorram variações nas atividades e principalmente, sejam atraentes e estejam entrelaçadas com sua vida diária.

A repetição é importante, mas deve ser efetivada de maneiras diferentes para que efetivamente ocorra o aprendizado.

As crianças com SD podem apresentar problemas de audição, que infelizmente em alguns casos são freqüentes, então é necessário que as informações sejam apresentadas pela também pela via visual, fornecendo estímulos breves, claros e definidos. Solicitando da criança respostas gestuais ou motoras, as possibilidades de êxito serão bem maiores.

As informações visuais são mais eficientes porque se mantém por mais tempo no cérebro, auxiliando a recordar quando necessário. Portanto, deve-se apresentar informações através de desenhos, figuras e imagens, para que a criança possa associá-las e recordá-las com mais facilidade quando necessário.

A atenção, a memória e a percepção visual são pontos importantes para este aprendizado, e que melhoram muito se forem trabalhadas de maneira sistemática e bem estruturadas.

É importante saber dessas características cognitivas que permeiam as crianças com SD, para que o professor possa elaborar estratégias eficientes para ajudar esta criança a conquistar sua superação.

A criança com SD, como todas as outras crianças, tem necessidade e merece ter o seu modo “personalizado” de aprender, evidenciada através de uma avaliação inicial direcionada para as suas potencialidades, mostrando o que ela já sabe e o que necessita e precisa saber. Assim poderá ser determinado seu estilo e seu ritmo de aprendizagem, junto com as suas necessidades individuais, que auxiliam o professor a planejar atividades significativas que ajudem a realizar o potencial de aprendizagem desta criança.

Cristiane Dluhosch

Terapeuta Educacional

Mãe de aluna da E.A.B

segunda-feira, 12 de março de 2012

Como organizar o ano letivo dos seus filhos

Disponível em www.videorganizada.com

Seu filho voltou às aulas na segunda-feira? Veja como organizar a rotina de vocês:

  • Utilize o calendário oficial da escola e já anote na sua agenda as datas importantes.
  • Reunião de apresentação dos pais? Se a escola do seu filho for nova, é imprescindível. Caso contrário, pelo menos tente comparecer, pois sempre é importante.
  • Se ainda não fez isso, compre todo o material.
  • Instale ganchinhos na entrada de casa para seu filho pendurar a mochila quando chegar. Se tiver mais de um filho, um ganchinho para cada um.
  • Também vale a pena ter uma caixa ou cesto para cada um colocar seus pertences.
  • Arrume a mochila do seu filho na noite anterior. Prepare o lanche e deixe na geladeira, se for o caso, e coloque-o na mochila pela manhã.
  • Estabeleça uma rotina de lavagem de roupas para não deixar o filhote sem uniforme.
  • Estabeleça um horário para ver TV, ficar na internet ou jogar vídeo-game.
  • Estabeleça um horário para dormir.
  • Busque uma noite mais tranquila para toda a família. Se não for possível manter a TV desligada, ao menos deixe-a em um volume mais baixo.
  • Estabeleça um horário para a lição de casa – de preferência depois de a criança descansar um pouco e antes de ficar com sono. Dê todo o apoio que puder nessa hora, pois ele é muito importante.
  • Deixe que seu filho veja você lendo livros. Dê o exemplo. Leia para ele dormir.
  • Planeje o seu dia e tenha a rotina como uma amiga. Crianças se sentem mais seguras com essa previsibilidade. Se achar legal, espalhe tabelinhas pela casa (mas sem excessos!) com a rotina diária, a rotina de dormir da criança, essas coisas.
  • Prepare psicologicamente a criança para a volta às aulas. Diga que ela voltará a acordar cedo, que terá que fazer a lição de casa etc.
  • Assim que comprar ou receber os livros didáticos, encape-os. O mesmo pode ser feito com cadernos de brochura.
  • Etiquete todo o material escolar do seu filho.
  • Acorde mais cedo que ele. Eu sei que é difícil, mas 15 minutos mais cedo já permitem que você se vista e prepare um bom café da manhã, economizando um tempo precioso quando eles acordarem.

Um exemplo de rotina matinal:

06h00 – Acorde, vista-se (com a roupa separada na noite anterior) e comece a preparar o café
06h10 – Acorde as crianças e arrume os cabelos enquanto elas se vestem (com o uniforme separado na noite anterior)
06h20 – Tome café da manhã com eles (ofereça somente duas opções de bebida e comida para não gerar estresse – ex: suco de laranja ou leite com achocolatado + pão com requeijão ou iogurte com cereais)
06h45 – Escovem os dentes
06h55 – Coloquem sapatos, fechem mochilas, pegue sua bolsa e saiam de casa

O que você pode antecipar na noite anterior:

- preparar o lanche ou separar o dinheiro
- separar o uniforme
- ver o horário das aulas e colocar livros e cadernos certos na mochila
- colocar a lição de casa e os trabalhos do dia na mochila
- preparar (ou ao menos planejar) o café da manhã
- tomar banho

O que fazer depois quando as crianças chegarem da escola:

- rotina! As crianças precisam de rotina!
- Coloque na caixa de entrada os livros, cadernos e papelada que vem da escola;
- Almoço / jantar (dependendo do horário);
- Lição de casa sem estímulos externos (tv, computador);
- Verifique o que está na caixa de entrada para ver se precisa tomar alguma providência;

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Centro das atenções


Educação para o trânsito! Seu filho merece!

Disponível em: www.alobebe.com.br

Mais uma vez é do exemplo dos pais que surge a consciência das crianças, também com relação às regras de trânsito. Orientando os pequenos desde cedo, os pais estarão contribuindo para reduzir o risco de acidentes envolvendo seus filhos. O primeiro passo para isso é deixar bem claro para a criança que ela é uma passageira especial e até os dez anos deverá ir sempre no banco de trás.

Até atingir a altura de 1,40m é recomendável o uso de cadeirinhas de segurança. Depois disso, pequenas almofadas servirão para auxiliar na melhor adaptação do corpo da criança ao cinto de segurança. E a orientação dos pais não deve cessar nunca, especialmente sobre os riscos e perigos de colocar braços e cabeça para fora do carro.

A educação das crianças para o trânsito envolve também sua consciência dos deveres e direitos do pedestre. Até a idade de sete anos não se deve permitir à criança que circule sozinha, mas sempre acompanhada por um adulto. Mas muito antes disso, os pequenos já estão atentos à movimentação de pessoas e veículos nas ruas. É o momento de instruí-los sobre os principais tipos de sinalização no trânsito, como semáforos, faixas para a travessia de pedestres e pisca-pisca luminosos instalados nas garagens dos edifícios. E também restringir o uso de bicicletas, skates e patins a parques e locais adequados para esse tipo de atividade.

Código Nacional de Trânsito

A promoção de atividades que permitam à criança conhecer e vivenciar situações de circulação no trânsito, seja como pedestre ou passageira, é uma das exigências do Código Nacional de Trânsito.

Os Detrans das cidades brasileiras têm profissionais preparados para dar instruções nesse sentido a professores e alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas. Em São Paulo, a Divisão de Educação de Trânsito do Detran mantém, inclusive, uma Cidade-Mirim, onde acontecem visitas agendadas pelas escolas.

Os recursos pedagógicos utilizados pelos policiais militares monitores vão desde palestras até dramatizações com linguagem adequada a cada faixa etária. Para transmitir aos pequenos noções básicas de segurança no trânsito e conscientizá-los da importância de garantir sua própria integridade física e a das outras pessoas valem canções e todo o tipo de brincadeiras. Os professores que acompanham o processo também são instruídos a relembrar o assunto em momentos oportunos. No interior do Estado, a mesma proposta é realizada pelo Programa Educativo de Trânsito "Clube do Bem-Te-Vi" desde 1990, através de visitas às escolas que agendam horários.

A idéia é, além de educar as crianças para noções de segurança, investir na formação de motoristas adultos mais conscientes sobre suas responsabilidades no trânsito.

Ensinamentos Básicos

  1. Em caso de acidente, somos sempre projetados contra o painel e o pára-brisa. Portanto, crianças devem andar sempre no banco traseiro, onde estarão mais seguras e protegidas.
  2. Crianças devem evitar jogar bola, andar de bicicleta e de skate na calçada. Uma boa alternativa são os parques, campos e escolas. Do contrário, as crianças correm o risco de serem atropeladas.
  3. Oriente seus filhos para que eles nunca coloquem o braço ou a cabeça para o lado de fora do veículo.
  4. Quando forem para a escola de ônibus, oriente as crianças para que só embarquem ou desembarquem quando o ônibus estiver totalmente parado.
  5. Ensine as crianças a não jogar lixo pela janela, explicando a elas que além de atrapalhar outros veículos, cada objeto jogado na rua contribui para aumentar a poluição da cidade.