segunda-feira, 6 de maio de 2013

Educação ambiental para crianças:

Disponível em: www.alobebe.com.br
 

     A consciência vigilante é um dos pilares de todo trabalho de preservação ambiental, ou seja, usar sem abusar dos recursos naturais e respeitar limites em função da sobrevivência da espécie. O alcance desse objetivo está intimamente ligado à educação, num processo onde a interação entre escola e comunidade é fundamental para o sucesso de qualquer projeto.

     É na escola que são preparados os adultos do futuro, líderes e profissionais que irão atuar na comunidade. É a essência da descoberta das riquezas, da pluralidade ambiental e dos alertas sobre a destruição, reunindo ferramentas formais e informais, que irá despertar nas crianças de hoje e adultos de amanhã a responsabilidade para preservar o meio ambiente.

     Educadores preocupados com a questão ambiental acreditam que crianças e jovens ainda são os melhores elementos sensibilizadores e defensores da natureza, pelos traços de imaginação, criatividade e potencial que conjugam nessa fase da vida.

     O que esses educadores defendem? A oferta de oportunidades para que crianças e adolescentes possam conhecer, viver e sentir a natureza de forma consciente. As informações sobre o meio ambiente, a necessária adoção de políticas para a sua preservação e modelos possíveis de desenvolvimento sustentável são temas que permeiam as mais diversas disciplinas escolares. A consciência coletiva só tem a ganhar com a introdução da educação ambiental nas escolas.

Como acontece a educação ambiental na escola:


     No espaço social da escola, exemplos do que se faz e se deixa de fazer ganham dimensão diferenciada com vivências práticas. A compreensão dos fenômenos naturais, das ações humanas e suas consequências para o planeta são pontos de partida para a formação de comportamentos sociais construtivos. É muito importante, contextualizar os conteúdos ambientais tendo como referência a realidade da comunidade local.
 
     Em todos os níveis de ensino, a educação ambiental deve ser praticada de forma sistemática e interdisciplinar, asseguram os especialistas. O caminho para a educação ambiental é associar economia e ecologia, mostrando às crianças e jovens que disciplina e racionalização no uso dos recursos naturais, solo e água, espaços urbanos e rurais, com a participação de toda a comunidade, é a única forma de preservar a própria espécie, os seres vivos e, enfim, a qualidade de vida no Planeta Terra.

Conceitos importantes na educação ambiental:


•    O que é meio ambiente?
Local habitável, espaço físico, natural ou construído, que envolve os seres vivos, com todos os seus companheiros físicos e químicos. 

 •    O que é ecossistema?
É o conjunto formado pelo ambiente físico, os seres vivos que nele estão e os demais fatores que nele atuam. A terra é um grande ecossistema, um conjunto de outros ecossistemas. A floresta, por exemplo, é um desses ecossistemas menores. As cadeias alimentares são outro ecossistema.  

•    O que significa ecologia?
Ciência que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente. Pode significar também o movimento social e político em defesa da preservação ambiental.  

•    O que é desenvolvimento sustentável?
O que se pode manter, conservar, preservar, sem esgotar. Exemplo disso é o processo de reciclagem. É um fator de equilíbrio na natureza. 

•    Como se define equilíbrio ambiental?
Como um conjunto de interações que buscam menor gasto energético, compensando entradas e saídas de materiais e energia. Os desequilíbrios comprometem o bem-estar e a sobrevivência dos seres vivos. O ser humano é a única espécie que pode alterar drasticamente as condições ambientais. Por isso, é preciso planejar as nossas ações e ter consciência de suas consequências. 

•    E os recursos hídricos?
Dos três quartos de água que cobrem a terra, 97% estão nos oceanos e apenas 3% são água doce, sendo 2% geleiras inacessíveis. Resta apenas 1% de água disponível, sob a terra, em rios e lagos. O Brasil tem 8% de toda a água doce disponível no planeta. A água é essencial à sobrevivência e todos os seres vivos dependem dela. O uso inadequado da água e o desperdício podem levar ao esgotamento das reservar hídricas do planeta em poucos anos.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dicas para você ajudar o seu filho a ler escrever

Veja as melhores dicas para seu pequeno aprender a gostar de ler e escrever desde cedo:
Marina Lucchesi / Edição: MdeMulher

O processo de escolarização e alfabetização pode ser reforçado em casa.


     Você sabia que o ideal é incentivar seu filho a ler desde bebê? Quando crianças ouvem histórias contadas pelos pais, começam a entender coisas básicas. Aprendem que a leitura é feita da esquerda para a direita, veem a diferença entre palavras e desenhos...Confira outras dicas:


Como deixar o processo mais divertido?
Faça brincadeiras para seu filho gostar de ler e escrever. Pendure uma lousa na sua casa, brinque de fazer ditados ou palavras cruzadas e torne a missão algo alegre.
Como faço para estimular meu filho a ler?
O pedagogo Luca Rischbieter afirma que as crianças imitam os pais e é preciso dar o exemplo. Tenha em casa, à mão, revistas, livros e jornais. Leia e comente com ele a respeito das coisas novas que descobriu após a leitura.
O que posso fazer para ajudar meu filho a escrever?
Tenha sempre espalhado pela casa lápis, canetas, lápis de cor e papel. Escreva bilhetinhos, peça a ajuda dele para escrever a lista de supermercado e montar álbuns de fotos com legendas. Ele vai adorar.
A letra do meu filho é muito feia. Isso é um problema?
Não. Quando a criança está começando a escrever, ainda não tem tanta habilidade. Com o passar do tempo, vai adquirir prática e melhorar a letra. Observe atentamente a mão que ele usa para fazer outras atividades. Há casos de crianças canhotas que aprenderam a escrever com a mão direita e, por isso, não têm a letra muito bonita.
Devo me preocupar com a linguagem de internet?
Depende. Crianças que crescem em contato com livros infantis, contos e poesias conseguem entender e apreciar o uso da linguagem correta. É responsabilidade dos pais criar esse ambiente rico em cultura e ensinar aos pequenos que a linguagem de internet fica na internet!
Posso pressionar meu filho para ele aprender rápido?Não. Cada criança tem seu próprio ritmo. Com o tempo, ela absorve as informações. Evite compará-la também com outras crianças.
Disponível em www.abril.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

 Pai superprotetor, filho inseguro


Por: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Pais erram ao assumir tarefas que os filhos já teriam condições de fazer, impedindo o seu desenvolvimento emocional e social.

Na medida certa

 

Confira dicas de especialistas para incentivar a autonomia e independência dos filhos:

- Observe o comportamento de seu filho ao liberá-lo para novas experiências, mesmo que isso signifique acompanhá-lo a distância nas primeiras iniciativas – como, por exemplo, quando que ele for à panificadora sozinho.
 
- Não exija da criança um comportamento exemplar nas primeiras tentativas. Ao aparecerem os erros, oriente, apoie e incentive.
 
- Se perceber que seu filho ficará triste se permanecer na reserva durante um jogo, não o impeça de participar e o estimule a treinar mais.
 
- Pergunte ao seu cônjuge, familiares e amigos se eles o consideram protetor demais. Reflita a respeito e converse com o seu filho sobre suas preocupações, mostrando que confia nele.
 
- Avalie se as preocupações com o seu filho o afastam do seu parceiro e atrapalham seu sono ou trabalho. Se a resposta for positiva, repensar suas prioridades trará benefícios não só para o seu filho, mas para toda a família.

 

Exame de consciência

 

Veja algumas características dos personagens das famílias nas quais reina a superproteção:

 

O pai superprotetor

- Costuma justificar seus atos com frases como: “Meu filho não precisa passar por isso” ou “Ninguém cuida dele tão bem quanto eu”.

- Não considera a opinião das crianças, dirige suas escolhas e tem medo de que elas errem e sofram por causa disso.
 
- Prefere que o filho não se exponha a situações que possam feri-lo, como uma competição esportiva. Ao ver o filho em atividades físicas, dá orientações excessivas para que ele não se machuque.
 
- Geralmente se enquadra no perfil de pessoas que foram pais mais velhos, que adota ou que tiveram um filho único ou prematuro, assim como os que sentem culpa por trabalhar muito.


 

Os filhos superprotegidos

 

- Podem crescer ansiosos, perfeccionistas, competitivos, dependentes e indecisos.
 
- Na adolescência costumam ser mais desafiadores e irresponsáveis, acham que todos têm de satisfazer suas vontades.
 
- Demoram mais tempo para sair da casa dos pais, têm problemas de relacionamento em casa e no trabalho. A falta de capacidade de lidar com problemas faz com que se sintam incompreendidos e injustiçados.


Eles ganharam o apelido de “pais helicóptero”, termo criado nos Estados Unidos para definir os chefes de famílias nas quais os filhos são criados sob vigilância próxima, constante e barulhenta. A comparação faz sentido, uma vez que alguns pais gastam energias tentando poupar crianças e adolescentes de perigos e frustrações, preocupados em excesso com a sua proteção. Es¬ta atitude, de acordo com psicólogos, mais atrapalha do que colabora.

Apesar de terem conceitos opostos, negligência e superproteção se igualam se considerados seus riscos para o desenvolvimento emocio¬nal, social e até físico dos pequenos. Pais superprotetores não só limitam as experiências do filho na tentativa de proibir tudo que possa pôr em risco sua integridade como prejudicam a sua auto¬nomia ao assumir tarefas que o filho já teria condições de desempenhar.

O fato de que há cada vez mais famílias com filhos únicos e pais tardios piora esse quadro. Nessas circunstâncias, em muitos ca¬¬sos as crianças são aguardadas ansiosamente e vistas como um projeto no qual se exige demais que elas sejam bem preparadas e mais bem sucedidas para enfrentar o dia a dia de uma sociedade altamente competitiva. Ao mesmo tempo, o medo de que o filho sofra algum tipo de violência agrava a tendência paternal de impedi-lo de arriscar-se em situações normais da vida.

Para evitar esses exageros, é preciso buscar o bom senso, explica a psicóloga Graziela Sapienza, professora de Psi¬cologia da Pontifícia Uni¬versidade Ca¬tó¬lica do Pa¬raná (PUCPR). “Os pais devem proteger os filhos de situações estressantes e perigosas, porém é importante que os filhos passem por situações frustrantes e as superem com o apoio dos pais”, afirma.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

CAMPANHA AQUI DÁ 
 
Oi Alunos da Escola Aldeia Betânia


Aqui é o Tio Beto que trabalha na Irmandade e cuida da Campanha Aqui Dá.

Quero agradecer a todos os alunos....

Matheus de Castro, Ana Carolina R. de Almeida, Raissa Rocha, Livia Souza Ferreira, Caio Filipe, Kauane Machado, Valentina, Alitha Wilczek, Julia V.Valente, Gabriella Mendes Julião, Ana CArolina de Souza Holz, Vitor Hugo, Giovana Gomes, Rafael Henrique Mariano, Andre, Gabriela Sturnner, Juan Rivera, Isadora Souza, Luara O. Souza, Karoline, Maria Eduarda Pereira, João Henrique Dutra, Ian, Eduardo Vaceli, Leticia Tormem, Carlos Henrique Nunes, Enzo Venturini, Leonard, João Pedro Hioki, Julia, Carolina, Maria Clara Nogueira, Rafael, Gaby Antunes, Mateus Salgado Moretti, Nicole Reis Engel, Felipe Ananias,Gabriel Coutinho,Sergio Maccari, Felipe Suzuki, Eduardo Ferreira, Leonardo, Fernanda, Eric Silveira,Mario Henrique, Eduarda Horchulhak Marin, João Vitor Arioso, Graziele Kaizer, Luiza Ferreira, Ana Paula Zaneuva, Mariana Monteiro Teixeira, Maria Clara de Marco Ferreira, Mateus Schult Ferreira, Camisa Rosa Polis, A. Batista Buteher, Bruno Costa, Bruno Costa, Iane Marie Ribeiro Julio, Lauane, Banca, Julia Schult, Gabriella M., Isabelle Christian, Diego Gaspar, Luiz Carlos de Lima Pereira, Rafaela,Lara, Bruna, Catarina Domingos, Ângelo Gabriel de Souza, Mariana S., Leonardo Moreira, Yohana Alexandra, Maynara Martins, Lucas Fontaneilla, Isabela de Castro, Giovane Rosa, Laura Emidio Benitez, Ana Vitória Maciel Bastos Cordeiro,Franco Fogaça Bortolatto, Aline Damiane...

que participaram com elogios e sugestões para a Campanha Aqui Dá, que quer ajudar a melhorar o mundo que nós vivemos e, o nosso mundo, só será melhor se cada um fizer a sua parte.

O Tio quer fazer alguns comentários sobre o que vocês escreveram.
Ah, em primeiro lugar quero dizer que, se eu digitei o seu nome errado é porque eu não entendi direito a sua letra, então gente, vamos caprichar na hora de escrever.

Algumas sugestões foram muito boas e a maioria delas eram para economizar água e luz, que nenhum lixo fosse jogado no chão e sim no lugar certo e que houvesse a separação dos lixos. Quando criamos a Campanha, também pensamos que os alunos poderiam fazer em casa o que sugeriram pra Escola fazer. Então, quando estiverem em suas casas, ajudem a natureza reciclando o lixo, economizando água, apagando as luzes, fechar a torneira enquanto escovam os dentes e desligando a televisão.


Alguém sugeriu para "catarmos o lixo do mundo todo", é uma ótima sugestão, mas é muito lixo, são mais de 200 países, mesmo assim tentei achar uma solução e não consegui, quem sabe o ideal seja "cada um cuida do seu lixo". Assim, olha, você cuida do lixo da sua casa e deixa separado para o lixeiro recolher; se você mora num condomínio, cada casa ou apartamento cuida do seu lixo e o deixa num lugar que foi feito pra isso, ai vem o caminhão para recolher o lixo de todos. Então cada Prefeitura cuida do lixo de todos que moram na cidade. E cada pais cuida do seu lixo. Se cada cidade e país do mundo cuidarem cada um do seu lixo, o mundo ficará livre dessa "lixarada" toda. Lixarada??? será que existe esta palavra??? ah, tudo bem vocês entenderam o que o tio quis dizer, não é???

Alguém aproveitou e pediu novos bichos para o galinheiro...já passei a sugestão pra Tia Denise.
E outros aproveitaram a Campanha Aqui Dá para pedir: suco no almoço, ter sempre creme de sobremesa, ir para o bosque nos dias de sol, ter lago para pescar, cama elástica e pula-pula...vocês são espertinhos hein!!!! Mas tá certo...DÁ pra ter suco??? DÁ pra ter creme??? DÁ pra ir no bosque??? Dá, Dá, Dá é a pergunta da Campanha. Então vou passar para a Tia Lucy que prepara a alimentação de todos da Irmandade e pra Tia Denise os outros pedidos.
Muito obrigado pela participação de vocês e pelos cartazes que fizeram sobre a preservação do Meio Ambiente. Continuem cuidando do nosso planeta e se tiverem mais sugestões podem mandar. Obrigado também para as professoras Maria, Araceli, Katiane, Maria Letia e Maria Antonia que organizaram esta atividade. 

Tio Beto
Coordenador da Campanha

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Tempos modernos e a saúde infantil

15/08/2012 - Texto por Dra. Mariana Franceschini Falavina
 
 O desenvolvimento industrial e o aumento na urbanização trouxe inúmeros benefícios para a sociedade moderna, por outro lado trouxe também uma vida mais sedentária, recoberta de facilidades, além de grandes mudanças no padrão alimentar.

A informatização e o avanço tecnológico, as longas jornadas de trabalho, a redução na atividade física, as refeições rápidas geraram mudanças no estilo de vida e trouxeram um aumento nos casos de obesidade e suas co-morbidades, como dislipidemias, hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes, tanto em adultos como em crianças trazendo grande impacto na economia dos países.

Nas últimas duas décadas, a prevalência de obesidade em crianças, adolescentes e adultos aumentou de forma assustadora e desde a década de 80 no Brasil vários estudos revelam que as prevalências de obesidade e sobrepeso em crianças e adolescentes superam da desnutrição.

Diante desse cenário preocupante e que necessita de medidas preventivas, é na infância que podemos modificar esse quadro. A Academia Americana de Pediatria em julho de 2008 propôs cuidados para o controle de dislipidemias na infância, como por exemplo, medidas populacionais incentivando dieta saudável com redução de gorduras a partir de 2 anos de idade.

Propõe ainda dosagem de colesterol total e frações (a partir de 2 anos de idade) além de triglicérides em todas as crianças e adolescentes com história familiar positiva de dislipidemia ou doença cardiovascular precoce (< 55 anos no homem e < 65 anos na mulher), quando a história familiar não é conhecida, e em pacientes com sobrepeso, obesidade, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e tabagistas, recomendando repetir as dosagens em 3-5 anos caso os valores não sejam normais. Nesses casos a perda de peso é o primeiro passo para o tratamento com dieta equilibrada e aumento da atividade física.

Desse modo, as crianças devem desde tenra idade receber dieta saudável, começando no útero da mãe, que deve receber uma alimentação balanceada para não prejudicar a saúde de ambos. A seguir o aleitamento materno, importante na prevenção da obesidade, exclusivo até os 6 meses de idade e mantido até 2 anos de idade ou mais.

É importante lembrar que diante da impossibilidade do aleitamento materno, deve-se procurar a orientação do Pediatra, para a definição de uma Fórmula Infantil, pois conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, o leite de vaca integral não é um alimento apropriado para crianças menores de um ano.

Para as crianças em uso de fórmulas infantis, a introdução de alimentos não lácteos poderá seguir o mesmo preconizado para aquelas em aleitamento materno exclusivo (a partir dos seis meses), estimulando-se sempre o consumo diário de frutas, verduras e legumes, evitando-se o açúcar, frituras, gorduras, refrigerantes, doces, salgadinhos e guloseimas, além do uso moderado do sal. Essas orientações alimentares devem ser respeitadas por toda a família, já que compete aos pais o exemplo de uma boa alimentação.

A família deve se alimentar bem. As crianças comem o que os pais comem. Não é possível incentivar uma alimentação saudável só para a criança. Além dos pais, é necessário a conscientização dos familiares mais próximos, para que possamos ter uma verdadeira mudança na alimentação e no estilo de vida, devendo os pais acompanharem de perto a alimentação, os exames e os tratamentos.

Juntamente com a família, a sociedade e a escola tem um papel muito importante, já que a escola tem como função educar, proporcionando no ambiente escolar oportunidades para incentivar uma alimentação e uma vida saudável, além da prática esportiva bem aplicada.

A merenda deve conter alimentos saudáveis e de bom valor nutricional, idealmente não dispondo de frituras, gorduras, refrigerantes, salgadinhos, bolachas recheadas, chocolates, sempre atentando para as quantidades para que não comprometa a aceitação das refeições posteriores.

A prática esportiva regular deve ser sempre incentivada pelos pais, família, escola e sociedade reduzindo a ociosidade das crianças especialmente na televisão e computador, como fator de prevenção das co-morbidades relacionadas com a obesidade e até mesmo como coadjuvante no tratamento dessas patologias.

Aos governantes, pais, escola e sociedade o momento de mudarmos a vida dessas crianças é agora para que não tenhamos muito em breve uma geração de obesos, com alta prevalência de doenças devastadoras.

Disponível em: www.alobebe.com.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Prevenir acidentes domésticos:

Por: Denise Ferreira
Disponível em: www.alobebe.com.br

Não adianta, crianças estão sempre mexendo em tudo. E não há nada de anormal nisso, afinal estão em uma fase de descobertas, onde as novidades aparecem a cada minuto e pequenos detalhes esquecidos pela casa podem ser tentadores à visão, tato e paladar. A curiosidade é super saudável e deve ser explorada, mas para que toda descoberta seja benéfica, a solução é tomar algumas medidas de segurança e evitar acidentes domésticos. Panelas no fogão com a alça virada para fora ou simples botões caídos no chão merecem atenção redobrada quando se tem criança em casa.


Confira algumas dicas para tornar os ambientes de sua casa cada vez mais seguros e evitar acidentes domésticos:

Evitar acidentes domésticos na sala:

•    Tapetes antiderrapantes são excelentes alternativas neste ambiente onde a movimentação é maior. Se você tiver espaço, prefira os tapetes grandes aos pequenos, pois a possibilidade de escorregar neles é menor;
•    Para evitar acidentes domésticos, é fundamental ter protetores de canto nas quinas das mesas, da estante e das cadeiras;
•    O ideal é ter vasos de plantas fixados ao teto para não correr o risco da criança querer experimentar o gosto de nenhuma folha;
•    Coloque travas nas portas e protetores de tomadas para evitar choques;
•    Evite objetos de vidro e cerâmica;
•    Deixe sempre grades ou proteção em tela nas janelas.

Evitar acidentes domésticos na cozinha:

•    Procure manter os cabos das panelas voltados para dentro do fogão;
•    Para evitar acidentes domésticos guarde os talheres na gaveta;
•    Mantenha a tampa de vidro do fogão abaixada quando não estiver cozinhando;
•    Muito cuidado com acendedores, fósforos e com o fogão em geral. O ideal é ensinar a criança para que não entre na cozinha quando não tiver ninguém por lá;
•    Deixe os alimentos pesados ou enlatados em uma altura em que o pequeno não possa alcançar. Faça o mesmo com sacolas plásticas, para não correr o risco de asfixia.

Evitar acidentes domésticos no quarto:

•    Para evitar acidentes domésticos procure manter o berço livre de objetos que possam servir de apoio para bebê. Assim, você evita o risco de ele "escalar" o bercinho e acabar caindo.
•    Camas precisam de grades, não esqueça.
•    Crianças levam à boca tudo o que encontram, é normal. Para evitar que elas comam o que não devem, compre sempre brinquedos indicados à faixa etária.
•    Assim como na sala, mantenha grades ou proteções em tela em todas as janelas.
•    Leve sempre tudo o que você precisa quando for trocar a criança. Cômodas são campeãs em acidentes.
•    Deixe as prateleiras altas para guardar os enfeites menores.

Evitar acidentes domésticos no banheiro:

•    Deixe toalha e tudo o que for precisar, à mão. Nunca deixe a criança sozinha na banheira.
•    Se seu bebê já engatinha, coloque um tampo pesado para o vaso sanitário, assim não corre o risco de ele abrir e cair lá dentro.
•    Banhos de chuveiro precisam ser acompanhados de perto e de preferência, sempre sobre um tapete emborrachado.
•    Deixe os produtos de higiene e beleza na prateleira mais alta e de difícil acesso, de modo que, sempre que ele quiser usar, precise da sua ajuda.
•    Remédios devem ser escondidos ou guardados à chave.

segunda-feira, 9 de julho de 2012


Vacinação contra a paralisia infantil segue até dia 6 de julho em Curitiba:
A vacinação faz parte da campanha nacional de imunização contra a poliomielite.


No primeiro dia de vacinação contra a pólio foram vacinadas 85,3% das crianças menores de cinco anos de Curitiba. No total foram aplicadas 97.379 doses da vacina em 267 postos distribuídos por toda a cidade.
A meta da campanha contra a pólio em Curitiba é vacinar pelo menos 108.533 das 114.246 crianças menores de 5 anos residentes na cidade, o que representa 95% da população alvo. 

A vacinação faz parte da campanha nacional de imunização contra a poliomielite. Pela primeira vez em 33 anos da ação e por decisão do Ministério da Saúde, a dose será ofertada em apenas uma etapa. Até o ano passado a campanha abrangia duas etapas, em geral realizadas em junho e em agosto. 

A campanha segue até 6 de julho, e as crianças podem tomar a vacina em uma das 109 unidades básicas de saúde a partir de segunda-feira, dia 18 de junho, durante o horário de funcionamento de rotina dos postos.
Números:

No ano passado a campanha de vacinação contra a paralisia infantil imunizou, em Curitiba, 122.156 crianças na primeira fase (106,9% de cobertura) e 114.246 ma segunda (103,5%).

Os dados indicam que crianças de outras cidades se vacinaram aqui. A doença não registra casos no Brasil desde 1989, no Paraná desde 1986 e em Curitiba desde 1985.


Cuidados com os dentes de leite
Especialista dá dicas de como manter a higiene bucal das crianças

Pais de plantão, fiquem atentos: os cuidados com os dentes das crianças devem começar desde cedo, antes mesmo do bebê nascer. E fazer visitas ao dentista, assim que se faz ao pediatra, deve se tornar uma rotina. É o que aconselha o ortodontista e ortopedista facial, pós-graduado pela Universidade Federal do Paraná e mestre em ciências na área biomédica Gerson Köhler.

       “A boca é um local onde convivem muitas bactérias, então, antes mesmo do nascimento dos dentes temporários, também chamados de dente de leite, é necessário fazer a higiene da gengiva. O ideal é pegar uma gaze com água e fazer a limpeza adequada”, reforça o dentista.

      A partir dos seis meses, quando começam a aparecer os primeiros dentinhos, é aconselhável fazer a higienização com uma escova e pasta pediátrica (a pasta deve, de preferência, conter flúor, que protege os dentes), e acostumar o bebê com a prática bucal diária. Segundo o ortodontista, não se deve cuidar apenas dos dentes, mas sim de toda a região da boca. “Deve-se cuidar do crescimento do canteiro do dente, e de todas as estruturas”, acrescenta. 

       A falta de cuidados com a primeira dentição pode provocar a cárie, doença infecciosa que pode passar para outros dentes. “A higiene é fundamental para que os dentes permanentes nasçam em perfeitas condições. O ideal é que depois de 20 a 30 minutos após a alimentação já se faça a escovação. O amido, presente na comida, é a refeição completa para as bactérias que vivem na boca, e se não fizer a higiene nesse tempo, começa ter a proliferação da placa bacteriana. Se a pessoa não puder escovar os dentes, pelo menos fazer um bochecho com água”, resume. 

Confira alguns mitos e verdades sobre os dentes de leite: 


* O bebê pode ficar irritado quando os dentes de leite estão nascendo? 
Sim, pois a erupção, pela pressão que faz, causa coceira e desconforto nas gengivas. 

* O dente de leite que está nascendo pode causa dor ou sangramento? 
Não, apenas a coceira nas gengivas. Não há dor nem desconforto. 

* O aumento da salivação durante a erupção dos dentes é normal? 
Sim, pois está relacionado a dois fatores: a coceira nas gengivas, que faz o bebê movimentar mais a boca, e também a maturação das glândulas salivares da boca que ocorrem nesta mesma época de erupção dos dentes de leite. 

* A erupção dos dentes de leite pode causar febre ? 
Normalmente não, podendo, no entanto, ocorrer um leve aumento da temperatura corporal por causa do rompimento da gengiva.


Disponível em: http://saude.hagah.com.br/especial/pr/qualidade-de-vida-pr/19,0,3787904,Sabado-16-tem-vacinacao-contra-a-paralisia-infantil-em-Curitiba.html